Cortejo Fluvial de Iemanjá e Oxum é tema de reunião em Barreiras


A festa do dia 2 de fevereiro, dedicada a Iemanjá e Oxum já está confirmada e sendo preparada pela Secretaria de Cultura e Turismo de Barreiras. Com a programação voltada para acontecer na Orla do cais da Capital do Oeste, nesta quinta-feira (19), a subsecretária Emília Moreno, acompanhada do coordenador, André Vasco, e do subdiretor, Tiago Santos, esteve reunida com a presidente da Associação dos Pescadores Artesanais da Bacia do Rio Grande (Apariogrande), Fernanda Henn, e filho da Tenda de Umbanda Pai São Jorge Guerreiro, James Willian, para definir a participação dos condutores de embarcações no cortejo fluvial.

Os pescadores que integram a Associação foram beneficiados em 2019 com um curso de iniciativa inédita da Prefeitura de Barreiras em parceria com a Agência Fluvial da Marinha de Bom Jesus da Lapa com a formação de aquaviários, cujo objetivo foi o de preparar esse pessoal para o trabalho a bordo de embarcações, dando oportunidade, inclusive, aos barqueiros que acompanham o cortejo marítimo nos festejos de 2 de fevereiro.

Para o representante da Tenda de Umbanda Pai São Jorge Guerreiro, a data é bastante significativa. “A Festa de Iemanjá é a única festa que todos os devotos se reúnem em um único espaço para celebrar. É uma data importante e ter esse apoio da Prefeitura de Barreiras através da Secretaria de Cultura e Turismo é fundamental porque reforça essa valorização cultural, faz toda diferença nas nossas celebrações” contou James Willian.

De acordo com a subsecretária, na próxima quarta-feira (25), haverá uma reunião com todos os envolvidos na festa cultural com a participação da Marinha do Brasil. “O dia de Iemanjá integra o calendário das festas culturais populares do município e dentro do Projeto Cultura e Arte por toda Parte, a Prefeitura de Barreiras busca reforçar essa tradição com a participação de todos os representantes diretos dessa linda festa. Assim, convocamos e esperamos todos os representantes dos terreiros de Umbanda e Candomblé, bem como os filhos e filhas de Santo, zeladores e os condutores de embarcações para alinhar os detalhes finais para esse grande dia”, pontuou Emília Moreno.