Campanha da Abapa alerta para os métodos de combate e controle do bicudo-do- algodoeiro


Com uma campanha simples e direta, a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) está alertando os cotonicultores do Oeste e Sudoeste da Bahia para a importância do manejo de destruição de tigueras e soqueiras e o correto transporte de cargas de caroço de algodão, para evitar a propagação do bicudo-do-algodoeiro na próxima safra. Outdoors e faixas com os motes “Sua lavoura não é hotel” e “Não dê carona para o bicudo” foram instalados em pontos estratégicos do estado. A ideia é que, até o início do Vazio Sanitário, não haja plantas ou restos de lavouras de algodão em todas as áreas de produção da fibra.

Os outdoors foram distribuídos entre os distritos de Rosário, em Correntina, e Roda Velha, em São Desidério, além de Luís Eduardo Magalhães. Já as faixas foram expostas nos 18 Núcleos do Programa Fitossanitário da Abapa: Alto Horizonte; Campo Grande e Cascudeiro; Coaceral; Estrada do Café Anel da Soja; Linha Verde e Alto da Serra; Nova América; Ouro Verde e Estrondo; Paraíso e Rodovia da Soja; Placas e Bela Vista; Rio de Pedras; Rio Grande; Roda Velha; Roda Velha de Baixo; Rosário, Correntina e Jaborandi; Sudoeste I; Sudoeste II; Sudoeste III; Wanderley.

“Décadas se passaram e o bicudo-do-algodoeiro continua sendo uma grande preocupação para o produtor. Seu combate e controle não têm trégua, e, mesmo que todos saibam como proceder para reduzir a pressão da praga, não podemos deixar de alertar, todos os anos, para a importância do manejo de restos culturais e para evitar as plantas voluntárias. As campanhas informativas nas estradas são grandes aliadas, mesmo para quem não é cotonicultor, mas trabalha no transporte de cargas. É um pacto coletivo, em que cada um faz a sua parte”, concluiu o presidente da Abapa, Luiz Carlos Bergamaschi.




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