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sábado, 8 de fevereiro de 2020

Pitbull ataca seis pessoas em Belo Horizonte e só para após ser baleado


Dois cães da raça pitbull precisaram ser contidos a tiros pela Guarda Municipal na manhã desta sexta-feira (7/2) depois de atacar pelo menos seis pessoas na Avenida Pedro I, no Bairro Planalto, Região Norte de Belo Horizonte. Socorridos com vida, os animais foram levados para atendimento em uma clínica veterinária.

De acordo com a assessoria de Comunicação da Guarda Municipal, o órgão foi acionado para atender a ocorrência na Avenida Pedro I, altura do número 2.600. Ao chegarem ao local, agentes do Grupamento de Patrulha Ambiental identificaram que um cão da raça pitbull estava solto e já havia atacado seis pessoas (três mulheres e três homens).

Uma das vítimas, uma idosa que não teve o nome divulgado, teria sido jogada no chão pelo cão. Ela foi socorrida e levada para a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) Primeiro de Maio. O estado de saúde dela ainda não havia sido divulgado.

Quando os agentes tentaram conter o animal, ele atacou um dos guardas, que foi mordido na perna. De acordo com os agentes, foi preciso efetuar dois disparos de arma de fogo para conter um pitbull. Os disparos esbarraram em outro, que também ficou ferido.

Uma equipe do Controle de Zoonoses da PBH foi acionada e encaminhou os cachorros baleados para um atendimento veterinário. O agente que foi mordido pelo animal sofreu escoriações leves.

O dono dos animais foi encaminhado para a delegacia. Ele afirmou aos guardas que os cachorros haviam fugido. De acordo com a Guarda Civil, "normalmente, o proprietário é punido por omissão de cautela na guarda de animal perigoso". Ele pode ser punido com base no Artigo 31 da Lei de Contravenções Penais, que prevê prisão de 10 dias a dois meses ou multa.

O subinspetor Gilberto Rodrigues ressaltou que o dono deveria ter tomado mais cuidado com o animal. “Ele disse era recorrente do cachorro fugir, então ele negligenciou”, disse o guarda civil. “Pitbull tem que ter cuidados específicos, tem que ter um chip, andar de focinheira na rua. Os animais não tinham isso.”


Correio Braziliense

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