quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Oeste baiano pode exportar tecnologia agrícola para outras regiões brasileiras


Com vocação agrícola reconhecida nacional e internacionalmente, o oeste da Bahia tem se destacado na produção de grãos e fibra, tanto em quantidade quanto em qualidade. Além da aptidão da região para o agronegócio e para pecuária, isso se deve também aos altos investimentos em pesquisa e tecnologia dentro de campo. Com fazendas cada vez mais tecnificadas, munidas de equipamentos de últimas geração, o Oeste tem despertado interesse em de vários órgãos e entidades ligadas ao setor.

Recentemente, uma comitiva da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e de Federações de Agricultura e Pecuária desembarcou na região para visitar algumas propriedades rurais em Barreiras e Luís Eduardo Magalhães, que são referências em inovação tecnológica. O objetivo é conhecer o aparato tecnológico, que vai desde maquinários até softwares e sistemas inteligentes de irrigação, a fim de implantar em outras regiões os modelos que deram certo aqui, aumentando a produtividade e a rentabilidade do produtor rural e do pecuarista.

A delegação comandada pelos presidentes da CNA, João Martins, e da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb), Humberto Miranda, conheceu unidades produtivas de algodão, grãos e fazendas destinadas à pecuária de corte, testemunhando experiências bem-sucedidas que transformaram o cenário social, ambiental e econômico da região, através da agropecuária sustentável, que gera empregos, garante a segurança alimentar da população e ainda cuida do meio ambiente.

A primeira parada foi na Fazenda Ipê, conhecida pela produção sustentável de pecuária de corte, com a criação das raças de gados Nelore e Angus, onde são realizadas todas as etapas, desde a inseminação até a comercialização. Em Luís Eduardo Magalhães, foram quatro propriedades rurais visitadas: Captar Agrobusiness, que atua no confinamento de animais; Oilema (produção de sementes); Orquídea Schmidt Agrícola (grãos e algodão) e Ubahia (algodão).

O grupo foi recepcionado pelo presidente da Aiba, Celestino Zanella, e pelo vice-presidente, Moisés Schmidt, além de outros representantes da cadeia produtiva do oeste baiano. Além da visita técnica, o encontro rendeu boas discussões sobre temas relevantes para o setor, que é responsável por 23% da economia do Estado. Só no primeiro semestre de 2019, a agricultura contribuiu sozinha com R$ 33 bilhões para o PIB da Bahia.


Ascom Aiba

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