Hospital do Oeste e Prefeitura de Barreiras discutem estratégias de enfrentamento a violência contra a mulher


Violência contra a mulher, vulnerabilidade e misoginia foram temas discutidos na capacitação oferecida aos profissionais de saúde do Hospital do Oeste-HO, que atendem diretamente as mulheres no serviço de saúde pública, principalmente na Atenção Básica. O encontro aconteceu na quinta-feira, 21, com foco no desdobramento e construção das estratégias de enfrentamento à situação de violência vivenciada pelas mulheres.

A equipe da Secretaria de Assistência Social e Trabalho de Barreiras por meio do Centro de Referência de Atendimento a Mulher - CRAM participou como palestrante a convite do Serviço de Assistência Social do HO abordando assuntos sobre o “Acolhimento, Intervenção e Encaminhamentos das mulheres vítimas de violência”.

A coordenadora do CRAM e psicóloga, Fabíola Bomfim, salientou que essas estratégias auxiliarão na transformação do quadro, reduzindo ou eliminando a vulnerabilidade à violência, promovendo à saúde e os direitos a cidadania.

“O convite da assistente social, Ana Karine Bastos chegou no momento em que comemoramos o mês da mulher, e estamos numa mobilização intensa contra a violência à mulher em Barreiras. Levamos para a equipe de Saúde do HO, informações essenciais de encaminhamento até o CRAM, porque muitas mulheres chegam ao hospital para tratarem sequelas ou investigarem sintomas decorrentes de violência crônica, que geralmente ocorre tendo como autor da agressão o seu parceiro de convívio”, disse Fabíola.

A psicóloga do CRAM, Kauane Bastos também esteve presente no evento acompanhando os profissionais. Durante a capacitação, a Ten. PM Nina Marques, que comanda a Ronda Maria da Penha, levou informações sobre os dados de violência, como denunciar os agressores, feminicídio, medidas protetivas e o monitoramento das vítimas. O historiador Geremias Mascarenhas falou especificamente sobre o “Feminino e a Misoginia”, que é a repulsa, desprezo ou ódio contra as mulheres principal responsável por grande parte dos assassinatos de mulheres.

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