Prefeitura de Barreiras e SESAB mobilizam agentes comunitários para Rastreamento do Câncer de Mama



Duas mil e duzentas mulheres. Esta é a meta de atendimentos estabelecida pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia - SESAB para as ações do Programa Estadual de Rastreamento de Câncer de Mama que acontecerão em parceria com a Prefeitura de Barreiras, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, de 14 a 31 de janeiro.

Na manhã desta terça-feira, 18, no Centro Cultural Rivelino Silva de Carvalho, os agentes comunitários de saúde se reuniram com as representantes da Diretoria de Projetos Estratégicos da SESAB, Maristela Lessa e Elza Peixoto, e gestores da Secretaria Municipal de Saúde para discussão e orientação sobre a primeira fase do programa, incluindo esclarecimentos sobre a logística, preenchimento de dados, mobilização das pacientes e atendimento.

“Nós temos o compromisso de oferecer o atendimento e o acompanhamento às mulheres para diagnosticar o câncer de mama o mais rápido possível. Em Barreiras, a rede oferece cerca de 600 vagas de mamografia todo mês com o apoio da unidades públicas e conveniadas. O trabalho da SESAB vem para somar esforços nessa luta e os agentes comunitários de saúde são peça fundamental nesse primeiro contato com a população”, informou o secretário de saúde Anderson Vian.

As mulheres entre 50 a 69 anos, faixa etária preconizada pelo Ministério da Saúde, terão com o encaminhamento das equipes da Secretaria Municipal de Saúde acesso à realização de mamografias na unidade móvel de atendimento, com expectativa de 140 exames diários.

Segundo os dados apresentados pela equipe da Sesab, a estimativa de casos de Câncer de Mama na Bahia entre 2018 e 2019 é superior a 3 mil. O rastreamento ajuda a detectar, principalmente, pacientes que não possuem os sintomas da doença.

“O câncer de mama corresponde a 25% dos casos gerais de câncer no Brasil. Um percentual que é muito elevado, a estimativa a cada ano tende a aumentar. Precisamos de informação, consciência e “correr atrás”, o que significa ter conhecimento, cuidando da gente e do outro. O rastreamento tem que vir com a ideia de elo, corrente, família, para que possamos causar o bem ao outro, estimulando a prevenção e a detecção precoce”, disse a enfermeira Elza Peixoto.

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