Governador Rui Costa apoia a emancipação do distrito de Rosário




Por Virgília Vieira

O governador do estado da Bahia, Rui Costa, assinou no último dia 30, a Carta Apoio à Emancipação do Rosário - distrito pertencente ao município de Correntina, localizado na divisa entre os estados Bahia e Goiás-, apresentada pela a Associação de Moradores e Agricultores do Rosário (Amprovir) e membros da comissão de emancipação do Movimento Rosário Independente, representada, na ocasião, por: Laerte Menezes, Nelson Stimer, Clério Fernandes, Harry Hauenstein, Volmir Martinazzo e o advogado, Dr. Tésley Thiago Silveira. 

Após assinar o documento, o governador ressaltou que a situação do Rosário é diferente de outros municípios que querem se emancipar sem condição alguma. “Existem vários distritos que também estão nessa luta, mas o que vemos no Rosário não vemos na maioria desses outros lugares. O Rosário é autossuficiente e produz a própria riqueza”, pontuou Rui Costa, se referindo ao fato do Rosário já ser reconhecido nacionalmente como um dos mais desenvolvidos polos do agronegócio do Brasil.

O distrito conta hoje com um comércio forte, com a presença de inúmeras concessionárias de máquinas e implementos agrícolas, multinacionais do ramo agrícola, torneadoras e grandes oficinas mecânicas. Com obras a todo vapor, o Rosário também se prepara para inaugurar um dos maiores parques aquáticos do Brasil, sem falar da presença de uma rádio comunitária, postos de gasolina, mercados, bares, restaurantes, hotéis e outros comércios.


Para o advogado, Tesley Thiago Silveira, o Rosário tem mostrado a sua força e já está pronto para ser emancipado. “O Rosário, uma das capitais do agronegócio do oeste baiano, é um município que está nascendo forte. Com a presença de grandes empresas, esse é um distrito que tem se desenvolvido com as próprias pernas. Acredito que a emancipação deve acontecer muito em breve”, disse o advogado.

Autossuficiência econômica; referência no agronegócio nacional; capacidade de atrair novos e grandes investimentos; polo turístico; e por fim, a distância entre o distrito e a sede do município, uma vez que Rosário está situado a mais de 200 quilômetros de Correntina, sede do município, foram algumas razões levantadas pela Comissão para explicar a extrema necessidade de emancipação do distrito. “A distância entre o distrito e a sede obrigam aos moradores a se deslocarem por mais de 400 quilômetros para efetuarem qualquer tipo de procedimento junto à prefeitura, secretarias e/ou cartórios. O que é desumano, além de inviável para muitos, pelo elevado custo da viagem e o tempo desprendido”, afirmou um dos membros da comissão, o agricultor Volmir Martinazzo.


“Estamos caminhando a passos largos para a tão sonhada emancipação. Não há mais razão de ficarmos dependentes de um município que tem a sua sede distante a mais de 200 km, uma vez que temos toda a viabilidade econômica para sermos município”, afirmou o presidente da Amprovir, Laerte Menezes.






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