Abapa completa 18 anos de contribuição na produção do algodão Baiano


A Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) completa 18 anos nesta quinta-feira (31) com a missão de apoiar o desenvolvimento da cotonicultura baiana. A entidade vem garantindo suporte técnico aos produtores de algodão por meio de programas de prevenção e combate a pragas e doenças, recuperação de estradas vicinais e de treinamento e capacitação para os colaboradores da cadeia produtiva do algodão. Todas estas ações vem elevando a produtividade no campo consolidando a Bahia como o segundo maior produtor de algodão do Brasil. Com o início da colheita de algodão, no final de maio, está confirmado crescimento de 33,56% da área e a previsão de colher uma safra de 481 mil toneladas ao atingir uma produtividade média de 310 arrobas/hectare na safra 2017/2018.

Além das chuvas regulares, o presidente da Abapa, Júlio Cézar Busato, reforça que os bons resultados estão ligados à dedicação dos produtores no campo que vem incorporando tecnologia de ponta e a união para a prevenção e combate a pragas e doenças como o bicudo do algodoeiro. “A Abapa representa essa soma de esforços, motivo pelo qual implantamos o programa fitossanitário, uma referência em todo o Brasil. A Abapa foi criada diante da necessidade de organizar a cadeia produtiva e buscar tecnologia para a produção de algodão. Fomos incentivados a nos organizar principalmente para o controle fitossanitário do bicudo do algodoeiro, uma praga que já destruiu 4 milhões de hectares no nordeste brasileiro. Não podíamos permitir que isto acontecesse conosco no oeste da Bahia”, relembra.

Por causa das ações estratégicas desenvolvidas em prol da agricultura baiana, a entidade conquistou ao longo do último ano os títulos de entidade pública pela Assembleia da Bahia e das Câmaras de Vereadores de Barreiras e Luís Eduardo Magalhães, reforçando a importância da produção de algodão que vem cumprindo o papel de estímulo à economia e de ações que garantem o desenvolvimento socioeconômico sustentável de toda a Bahia. “Depois de quase 18 anos, continuamos a fazer um trabalho de relevância não somente para os produtores rurais e cotonicultores, mas para toda a sociedade”, afirma Júlio Busato, ao reforçar a importância daqueles que conduziram a entidade antes dele, e que hoje são conselheiros da entidade: Celestino Zanella, Isabel da Cunha, João Carlos Jacobsen e Walter Horita.

Programas – Além da área de defesa fitossanitária, a Abapa desenvolve ações estratégicas por meio do Programa “Patrulha Mecanizada” com a recuperação de 1,1 mil quilômetros de estradas vicinais com investimento de R$ 30 milhões nos últimos cinco anos; e do Centro de Treinamento Parceiros da Tecnologia, que já capacitou cerca de 6 mil colaboradores das fazendas em 2017, principalmente em mecanização agrícola e segurança do trabalho no campo. A entidade também vem proporcionando por meio do Programa Algodão Brasileiro (ABR) a adoção de critérios de sustentabilidade. Na última safra, 2016/2017, 74% da área plantada de algodão recebeu a certificação internacional, que comprovam o uso racional e preservação do meio ambiente e aplicação de boas práticas agrícolas na produção do algodão.

“São todos os projetos construídos ao longo dos 18 anos de fundação em que vem contribuindo positivamente e gerando emprego e renda para Barreiras e todo o Oeste da Bahia”, reforça Busato. A Abapa possui também o mais moderno laboratório de análise de fibra da América Latina, situado em Luís Eduardo Magalhães, e o trabalho de marketing institucional, para melhor posicionar o algodão baianos nos mercados nacional e internacional. Mais recentemente, os produtores de algodão também estão se transformando em produtores de água ao apoiar na proteção e recuperação de nascentes de rios do oeste da Bahia. Para conhecer mais sobre as ações e entidades da Abapa, acesse o site: www.abapa.com.br ou nas redes sociais: www.facebook.com.br/abapaalgodao ou www.instagram.com/abapa_algodao

Fonte:Assessoria de Imprensa Abapa

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